El Banco Mundial no da para zurcidos
Assim é a vida do Presidente do Banco Mundial... Pobre homem...
É o que dá sair do Gabinete de Defesa da Casa Branca.
Mesquita em Edirne, na Turquia
De Madrid a Lisboa: la ruta más rápida para ir a Lisboa desde Madrid es coger la E90 y cruzais Talavera de la Reina, Navalmoral de la Mata y Trujillo para llegar a Badajoz. Una vez allí estais a tiro de piedra de la frontera donde tomareis la E90 unos 200 y pico quilómetros y en dirección Lisboa pasareis junto a Elvas, Évora y Setúbal. Tras pagar los 12 Euros aprox. de peaje cruzamos Barreiro y Charneca de Caparica y, ea, ya hemos llegado a Lisboa. Son 631 km, unas siete horas de viaje.
Assim é a vida do Presidente do Banco Mundial... Pobre homem...
É o que dá sair do Gabinete de Defesa da Casa Branca.
Mesquita em Edirne, na Turquia
Posted by
Carlos Isaac
at
15:21
0
comments
Espaços
Todas as coisas e seres
são dados aos poemas e exigem estar.
Próximas paisagens distantes,
seres presentes.
Entre o aparo e a escrita.
Próxima, não a respiração
mas a presentificação das coisas,
infindos riscos.
de Cenas Vivas, Relógio D'Água, 2000
Posted by
Carlos Isaac
at
13:34
0
comments
Casa Árabe abre sus puertas en Madrid.
Posted by
Carlos Isaac
at
10:11
0
comments
Não há desculpas, até 30 de Abril podem dar um salto a Madrid...
Revistas y Guerra. 1936-1939
O Museu
Um colecção que saíu ontem para a rua
Posted by
Carlos Isaac
at
09:43
0
comments
A "Fundación de las Cajas de Ahorros", uma fundação criada para a divulgação de investigações e estudos económicos e sociais, divulgou o seu mais recente trabalho sobre o Balanço Económico Regional, ou seja, um estudo que ordena as regiões no país vizinho pela sua capacidade económica e pelo seu nível de vida.
A não perder.
1
2
Posted by
Carlos Isaac
at
14:13
0
comments
A visita foi, no mínimo, inesperada.
Nixon não resistiu, o Rei estava ali à porta e queria entrar.
O destaque do "El Pais"
A página de Nixon
Os arquivos do Estado Norte Americano
Posted by
Carlos Isaac
at
10:13
0
comments
E ali fiquei. Embasbacado, tolo, cidrado, os olhos nas paredes, as pessoas passavam por mim há cinco horas e eu ali. Ainda faltavam duas grandes salas e a madrugada já ia a caminho de casa para se deitar. Ali as horas não passavam, ali as horas não hesistiam. Era a vegésima vez que ali estava desde dia 15 de Novembro e o corpo ou o espírito pouco ou nada se queixavam.
Ainda temos nove horas para lá voltar, a Fundação abriu as portas para a invadirmos, num movimento quiçá vanguardista para Lisboa. Depois destes dias não sei quando nos voltaremos a encontrar, não quero pensar muito nisso, não me faz falta pensar nisso. Ali, o tempo é outro e já não estou só ali, naquelas salas, com aquelas paredes, com as pessoas que passam. Vou almoçar e conto lá voltar, passando pelo jardim à beira da Avenida de Berna.
Encontramo-nos por lá, com o Amadeo.
A ver quando houver tempo:
FCG
Publico
DN
Amadeo
Amadeo 2
Amadeo 3
Cozinha de Manhufe, Amadeo de Sousa-Cardoso, 1913
Posted by
Carlos Isaac
at
13:56
1 comments
Começou no passado dia 9 a visita do Presidente da República à Índia.
Case studie de Cursos de Economia e Finanças, a Índia deslocou nos últimos anos para oriente o centro de gravidade de empreendorismo tecnológico e desenvolvimento humano.
O Presidente proclama que "chegámos tarde", não lhe tiro a razão, pena que seja sempre o célebre "mais vale tarde que nunca".
Sugestões de leitura:
"Ir à Índia sem abandonar Portugal", Agostinho da Silva.
"O Banqueiro do Povo", Muhammad Yunus
Outras que não leituras by the book:
http://www.presidencia.pt/india2007/
http://dn.sapo.pt/2007/01/12/nacional/cavaco_que_portugal_chegou_atrasado_.html
http://www.fmgomes.com/viagens/asia.php
http://india.gov.in/
Posted by
Carlos Isaac
at
09:43
0
comments

Madrid, Calle de Toledo cerca de la Plaza Mayor - 1936 - autor desconocido
Madrid, Estación de Metro de Tetuán - 1936 - Alfonso
Posted by
Carlos Isaac
at
12:23
0
comments
"O doutor fechou o livro (...).
'Inda agora
Sei que saboreei desta vida o gosto quente
Erguendo taças de ouro e taças verdes no festim.
Por um espaço apenas, fugaz e olvidado
Se me encheram os olhos pela bem-amada
Da mais imaculada irradiação da luz eterna.
Enxugou os olhos com as costas da mão. E os ratos brancos iam restolhando, restolhando nas gaiolas. E por detrás dos vidros as serpentes quedavam-se imóveis fitando o espaço com os seus olhos turvos, carregados."
In, Steinbeck, Jorge. Bairro da Lata.
Posted by
Carlos Isaac
at
22:42
0
comments
E que tal um simples olá olé!, em directo do mundo dos livros?
Posted by
mariana mata passos
at
22:42
0
comments
Para onde possamos ir, ela segue-nos, acaba por fazer parte de nós.
Não apenas para "viajar", mas para o correr crescer dos dias, a mochila é parte de nós.
A minha é verde e a tua vermelha, cada um tem a sua de forma e cor diferentes. Guardam o que precisamos, o que podemos vir a precisar e o que, realmente, não precisamos. Estão lá para nós, podemos levá-las quase vazias, o nosso passo não é o mesmo sem elas. Podemos ter mais que uma, com diferentes volumes, para o que for necessário.
Ao ombro, confiamos no caminho que fazemos, mesmo que o mapa que usamos esteja pouco seguro daquilo que nos diz, mesmo que chova a potes ou que a solidão nos visite, surrateira.
Guardam marcas dos campos e das ruas que percorremos, dos objectos guardados, dos risos e dos dias cinzentos, fazem-nas de muitas formas e feitios e, algumas, parecem poder guardar tudo o que queremos no seu interior.
Gosto das conversas entre as mochilas. Já ouvi bastantes, em muitas situações, mas não me canso de as ouvir. Há sempre algo a aprender. A troca de linguagens, de culturas, de autocolantes de países, de silêncios. Há sempre muito a aprender com as conversas das mochilas. Já ouvi coisas muito bonitas em viagens com amigos ou sózinho em aeroportos. Há muito a aprender com elas...
A minha ali está, a descansar.
Esteve o fim-de-semana em casa, amanhã está de novo na rua.
Posted by
Carlos Isaac
at
17:17
0
comments