30 de janeiro de 2007

El Banco Mundial no da para zurcidos

Assim é a vida do Presidente do Banco Mundial... Pobre homem...
É o que dá sair do Gabinete de Defesa da Casa Branca.

Paul Wolfowitz
Mesquita em Edirne, na Turquia


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21 de janeiro de 2007

Viva o novo ano Islâmico!

O ano de 1428 está aí!

Feliz Ano Novo!!

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20 de janeiro de 2007

Fiama Hasse Pais Brandão


Espaços


Todas as coisas e seres
são dados aos poemas e exigem estar.
Próximas paisagens distantes,
seres presentes.
Entre o aparo e a escrita.
Próxima, não a respiração
mas a presentificação das coisas,
infindos riscos.


de Cenas Vivas, Relógio D'Água, 2000

18 de janeiro de 2007

"Nuestra patria resplandece a lo lejos"

Casa Árabe abre sus puertas en Madrid.

17 de janeiro de 2007

Todos ao Museu!

Não há desculpas, até 30 de Abril podem dar um salto a Madrid...

Revistas y Guerra. 1936-1939
O Museu
Um colecção que saíu ontem para a rua

16 de janeiro de 2007

Contam-se os Euros

A "Fundación de las Cajas de Ahorros", uma fundação criada para a divulgação de investigações e estudos económicos e sociais, divulgou o seu mais recente trabalho sobre o Balanço Económico Regional, ou seja, um estudo que ordena as regiões no país vizinho pela sua capacidade económica e pelo seu nível de vida.
A não perder.
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15 de janeiro de 2007

O dia em que Elvis visitou Nixon

A visita foi, no mínimo, inesperada.
Nixon não resistiu, o Rei estava ali à porta e queria entrar.

O destaque do "El Pais"
A página de Nixon
Os arquivos do Estado Norte Americano

14 de janeiro de 2007

Diálogos de Vanguarda

E ali fiquei. Embasbacado, tolo, cidrado, os olhos nas paredes, as pessoas passavam por mim há cinco horas e eu ali. Ainda faltavam duas grandes salas e a madrugada já ia a caminho de casa para se deitar. Ali as horas não passavam, ali as horas não hesistiam. Era a vegésima vez que ali estava desde dia 15 de Novembro e o corpo ou o espírito pouco ou nada se queixavam.
Ainda temos nove horas para lá voltar, a Fundação abriu as portas para a invadirmos, num movimento quiçá vanguardista para Lisboa. Depois destes dias não sei quando nos voltaremos a encontrar, não quero pensar muito nisso, não me faz falta pensar nisso. Ali, o tempo é outro e já não estou só ali, naquelas salas, com aquelas paredes, com as pessoas que passam. Vou almoçar e conto lá voltar, passando pelo jardim à beira da Avenida de Berna.
Encontramo-nos por lá, com o Amadeo.

A ver quando houver tempo:
FCG
Publico
DN
Amadeo
Amadeo 2
Amadeo 3





Cozinha de Manhufe, Amadeo de Sousa-Cardoso, 1913








12 de janeiro de 2007

"Ir à Índia sem abandonar Portugal"

Começou no passado dia 9 a visita do Presidente da República à Índia.
Case studie de Cursos de Economia e Finanças, a Índia deslocou nos últimos anos para oriente o centro de gravidade de empreendorismo tecnológico e desenvolvimento humano.
O Presidente proclama que "chegámos tarde", não lhe tiro a razão, pena que seja sempre o célebre "mais vale tarde que nunca".

Sugestões de leitura:
"Ir à Índia sem abandonar Portugal", Agostinho da Silva.
"O Banqueiro do Povo", Muhammad Yunus

Outras que não leituras by the book:
http://www.presidencia.pt/india2007/
http://dn.sapo.pt/2007/01/12/nacional/cavaco_que_portugal_chegou_atrasado_.html
http://www.fmgomes.com/viagens/asia.php
http://india.gov.in/

11 de janeiro de 2007

10 de janeiro de 2007



Madrid, Calle de Toledo cerca de la Plaza Mayor - 1936 - autor desconocido






Madrid, Estación de Metro de Tetuán - 1936 - Alfonso



9 de janeiro de 2007

A caminho de casa, a chegar a Atocha

"O doutor fechou o livro (...).

'Inda agora
Sei que saboreei desta vida o gosto quente
Erguendo taças de ouro e taças verdes no festim.
Por um espaço apenas, fugaz e olvidado
Se me encheram os olhos pela bem-amada
Da mais imaculada irradiação da luz eterna.

Enxugou os olhos com as costas da mão. E os ratos brancos iam restolhando, restolhando nas gaiolas. E por detrás dos vidros as serpentes quedavam-se imóveis fitando o espaço com os seus olhos turvos, carregados."





In
, Steinbeck, Jorge. Bairro da Lata.


8 de janeiro de 2007

E que tal um simples olá olé!, em directo do mundo dos livros?

7 de janeiro de 2007

Assim fazemos crescer os dias

Para onde possamos ir, ela segue-nos, acaba por fazer parte de nós.
Não apenas para "viajar", mas para o correr crescer dos dias, a mochila é parte de nós.
A minha é verde e a tua vermelha, cada um tem a sua de forma e cor diferentes. Guardam o que precisamos, o que podemos vir a precisar e o que, realmente, não precisamos. Estão lá para nós, podemos levá-las quase vazias, o nosso passo não é o mesmo sem elas. Podemos ter mais que uma, com diferentes volumes, para o que for necessário.
Ao ombro, confiamos no caminho que fazemos, mesmo que o mapa que usamos esteja pouco seguro daquilo que nos diz, mesmo que chova a potes ou que a solidão nos visite, surrateira.
Guardam marcas dos campos e das ruas que percorremos, dos objectos guardados, dos risos e dos dias cinzentos, fazem-nas de muitas formas e feitios e, algumas, parecem poder guardar tudo o que queremos no seu interior.
Gosto das conversas entre as mochilas. Já ouvi bastantes, em muitas situações, mas não me canso de as ouvir. Há sempre algo a aprender. A troca de linguagens, de culturas, de autocolantes de países, de silêncios. Há sempre muito a aprender com as conversas das mochilas. Já ouvi coisas muito bonitas em viagens com amigos ou sózinho em aeroportos. Há muito a aprender com elas...
A minha ali está, a descansar.
Esteve o fim-de-semana em casa, amanhã está de novo na rua.

5 de janeiro de 2007